Manuscrito do Purgatório – Continuação Post 6

No dia de Finados de 1908, foi ao cemitério rezar pelos mortos e viu, madame Brault, muitos mortos que lhe apareciam saindo das sepulturas em queixas doridas de cortar o coração: Estamos esquecidos de nossos parentes! Não rezam por nós! Nossos amigos nos esqueceram, nos abandonaram!!!

Fez ela uma Via Sacra pelos defuntos e se retirou muito amargurada, pelo esquecimento dos pobres mortos.

“Compreendo, dizia ela ao confessor, o martírio das pobres almas nas chamas do purgatório!” Viu um padre conhecido, no purgatório que lhe disse: “Eu sofro muito, por ter rezado tantas vezes meu breviário quase sem pensar que falava com Deus e por rotina e também pela minha pouca preparação e ação de graças muito rápida depois da santa Missa”.

Enfim, seria longo narrar as impressionantes visões do purgatório de madame Brault, a grande mística de nossos dias. A biografia desta mulher extraordinária foi publicada pelo P. Lous Bauher, S.S., antigo pároco da vidente. É a obra “Une mystique canadienne – Vie extraordinaire de Madame Brault » – Edition Beauchemin, 1941.

O MANUSCRITO DO PURGATÓRIO

Introdução

Ninguém pode logo a priori recusar a possibilidade das aparições das almas do purgatório aos vivos na terra. Estas espécies de aparições não são raras e não faltam na vida dos santos. Há fatos documentados e muito bem provados, com o testemunho de teólogos. Basta-nos citar estes: o cônego Ribet, na sua “Mystique Divine” T. II, cap. VIII. Deus permite estas aparições para consolo dos vivos e para excitar a compaixão, instruir e despertar a idéia da severidade dos juízos de Deus contra faltas que julgamos muito leves. Uma coleção de diversas aparições publicadas pelo bispo de Osma na Espanha, mons. Parafox, trás este titulo: “Luz aos vivos pela experiência dos mortos”. Não se poderia justificar melhor a razão providencial das manifestações das almas sofredoras que se dirigem aos vivos para implorarem sua piedade e intercessão.

A autenticidade do “Manuscrito do Purgatório” não pode ser posta em duvida. Teve testemunhas certas de pleno acordo e os fatos foram bem examinados. Uma religiosa do convento de V., Irmã M.d.I.C., falecida em 2 de maio de 1917, ouviu junto dela de repente, em novembro de 1873, uns gemidos muito prolongados. Assustada, exclamou: “Quem é que me faz assim tanto medo? Que não apareça, mas me diga quem é!” Nenhuma resposta. E os gemidos se aproximavam cada vez mais. A pobre Irmã multiplicava orações, Vias Sacras, Comunhões, Rosários, e os gemidos não cessavam, e cada vez mais misteriosos. Finalmente, no dia 15 de fevereiro de 1874, uma voz muito conhecida se fez ouvir: “Tão tenhais medo! Eu sou a Irmã M.G.” ( uma religiosa falecida em X, com 36 anos e idade, no dia 22 de fevereiro de 1871, vitima da sua dedicação). E a alma que sofria deu a conhecer a sua antiga companheira cujos conselhos havia desprezado outrora, que ela havia de multiplicar as visitas para santifica-la, e que, assim santificada, havia de aliviar a antiga companheira no purgatório. A Irmã M.d.I.C pediu à visitante que desaparecesse e não voltasse mais. Foi porem em vão. Foi-lhe respondido que deveria suportar quanto tempo Deus quisesse aquilo de que tinha tanto medo.

E foi assim que, durante vários anos, se estabeleceram ente a alma de Irmã M.G. e Irmã M.d..I.C. relações que foram escritas em precioso “Manuscritos do Purgatório”. Que foram escritas em preciosos manuscrito, minuciosamente, de 1874 a 1890.

Eis a origem do “Manuscrito do Purgatório”.

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Veja também: Manuscrito do Purgatório – Continuação Post 5

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